Vivo entre mundos, reais e imaginários.
Vivo entre mundos, reais e imaginários.
Gaúcha, cresci em Santa Catarina.
De tanto fingir que lia, aprendi a ler sozinha. Foi meu avô quem me encheu de livros.
A primeira história, escrevi para distrair um menino sapeca, acabou guardada em uma gaveta.
Em 2020 participei de algumas antologias e a partir daí não parei mais de escrever.
Em 2025 fui finalista do 21º Prêmio Barco à Vapor